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Roteiro de Barco em Florianopolis e no Litoral Catarinense

Roteiro de barco em Florianópolis e no litoral catarinense: Campeche, Anhatomirim, Bombinhas e Porto Belo em 3 dias, com tabelas de planejamento e preços.

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Equipe Voguer
6 min de leitura
Roteiro de Barco em Florianopolis e no Litoral Catarinense

O melhor roteiro de barco em Florianópolis e no litoral catarinense se organiza em 3 dias: dia 1 no norte da ilha (Fortaleza de Anhatomirim, Praia do Tinguá e Jurerê), dia 2 no mar de dentro (Ilha do Campeche, Ilha do Francês e Armação da Piedade) e dia 3 no litoral norte (Itajaí, Ilha das Cabras, Bombinhas e Porto Belo). Lanchas médias custam R$ 2.400-4.300, veleiros partem de R$ 1.350 e catamarãs de R$ 1.800 (agosto/2026). A estação vai de outubro a março.

Sumário

  1. Por que dividir Santa Catarina em 3 dias
  2. Dia 1 — Norte da ilha: Anhatomirim e golfinhos
  3. Dia 2 — Mar de dentro: Campeche e Francês
  4. Dia 3 — Litoral norte: Itajaí, Bombinhas e Porto Belo
  5. Embarques, custos e vento
  6. FAQ

Por que dividir Santa Catarina em 3 dias

A costa catarinense tem dois mundos distintos: a Ilha de Santa Catarina, com seu mar dividido entre lados Leste (aberto) e Oeste (baía), e o litoral norte continental, que vai de Itajaí a Porto Belo com as Ilhas das Cabras e o entorno de Bombinhas. Essa divisão natural vira o plano do roteiro: cada dia navega uma bacia própria, com embarques diferentes. Florianópolis concentra as marinas — Marina da Lagoa, Jurerê, Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha —, enquanto Itajaí, Barra Sul (Balneário Camboriú) e o centro de Bombinhas servem aos trechos continentais. A navegação é de verão com conforto, e o vento participa do roteiro: velejar depende dele, e dias de friagem invernal são os únicos realmente restritivos.

Dia 1 — Norte da ilha: Anhatomirim e golfinhos

Horário Programa
9h Embarque em Jurerê ou Santo Antônio de Lisboa
10h Fortaleza de Anhatomirim, navegação interna
12h Parada almoço em Jurerê ou praia do Tinguá
14h Baía dos Golfinhos (avistagem)
16h Retorno com catamarã ou lancha ao ponto de saída

O norte da ilha entrega o mar mais viveiro de Floripa: a navegação passa pela Fortaleza de Anhatomirim, fortaleza do século XVIII acessível pelo mar, segue pela Baía dos Golfinhos, onde os botos aparecem em verões tranquilos, e fecha nas praias do Tinguá e Jurerê. É o trecho mais turístico e estruturado, com catamarãs de 3,5 horas no norte da ilha a partir de R$ 1.800. Grupos que querem história e fauna sem mar aberto escolhem este dia como abertura do roteiro.

Dia 2 — Mar de dentro: Campeche e Francês

Horário Programa
8h30 Embarque na Marina da Lagoa (acesso pela Lagoa)
9h30 Ilha do Campeche — desembarque controlado
11h30 Ilha do Francês, banho
13h Armação da Piedade, almoço a bordo
15h Praias do sul (Pântano do Sul ou Tinguá)
17h Retorno

O dia 2 corre pelo mar de dentro, entre a Lagoa e o oceano, com paradas na Ilha do Campeche (desembarque controlado, monumento arqueológico), na Ilha do Francês e na Armação da Piedade, todas de água clara e fundeio confortável. A navegação mistura canais estreitos e trechos de costa, por isso vale sair cedo: o vento de verão cresce durante a tarde. Veleiros navegam este trecho a partir de R$ 1.350-1.700, uma das experiências mais procuradas de Floripa; lanchas médias de R$ 2.400 a R$ 4.300 garantem horários fixos. O desembarque na Campeche tem regras locais — confirme a operação com o marinheiro.

Dia 3 — Litoral norte: Itajaí, Bombinhas e Porto Belo

Horário Programa
9h Embarque em Itajaí ou Barra Sul (Balneário Camboriú)
10h Ilha das Cabras, volta pela praia central de BC
12h Travessia para a península de Bombinhas
13h30 Quatro Ilhas e Sepultura, banho
15h Porto Belo, Lagoinha e entorno de Arvoredo
17h30 Retorno a Itajaí ou BC

O terceiro dia troca a ilha pela costa norte continental: sai de Itajaí ou da Barra Sul de Balneário Camboriú, contorna a Ilha das Cabras e a praia central de BC, atravessa até a península de Bombinhas para paradas nas Quatro Ilhas e na Sepultura, e fecha em Porto Belo, com a Lagoinha e a vista da reserva do Arvoredo ao fundo. O trecho de Bombinhas é águas rasas cristalinas em dias estáveis, e Porto Belo concentra a marina de acesso ao entorno de Arvoredo, cuja área de reserva tem restrições de navegação. É o dia mais movimentado do roteiro e vale agendar com marinheiro local.

Embarques, custos e vento

Florianópolis distribui o embarque em quatro pontos — Marina da Lagoa, Jurerê, Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha — e o litoral norte organiza saídas em Itajaí, na Barra Sul de BC e no centro de Bombinhas. Custos de referência (dez/2025): lancha média em Floripa de R$ 2.400-4.300 por dia; veleiro a partir de R$ 1.350-1.700; catamarã no norte da ilha a partir de R$ 1.800 por 3,5 horas. Todos os aluguéis incluem marinheiro habilitado e seguro; o combustível deve ser confirmado. O vento é o protagonista do Sul: dias ideais de navegação concentram-se de outubro a março, e o inverno só rende com friagem fraca e agenda flexível. Sinal de 50% via Pix garante datas em alta temporada e veranicos de feriado.

FAQ

Qual o melhor roteiro de barco em Florianópolis?

O de 2 a 3 dias: norte da ilha (Anhatomirim, golfinhos e Tinguá), mar de dentro (Campeche, Francês e Armação da Piedade) e, para quem pode, extensão ao litoral norte com Bombinhas e Porto Belo. O norte rende meio dia; o mar de dentro exige dia inteiro.

Quanto custa alugar barco em Florianópolis?

Lancha de porte médio de R$ 2.400-4.300 por dia; veleiro a partir de R$ 1.350-1.700; catamarã no norte da ilha a partir de R$ 1.800 por 3,5 horas. Valores de dez/2025, com faixas que sobem na alta temporada de dezembro a fevereiro.

Qual a melhor época para navegar em Santa Catarina?

Outubro a março, com pico em dezembro-fevereiro: mar mais quente e navegação garantida. Fora da estação, o vento e a friagem reduzem os dias, e velejar depende do vento. Setembro ainda vale com agenda flexível e menos barcos.

A Fortaleza de Anhatomirim é acessível de barco?

Sim, é o acesso clássico: a fortaleza recebe embarcações na base e o desembarque permite a visita. Os roteiros do norte da ilha passam por ela combinando com a Baía dos Golfinhos, Praia do Tinguá e Jurerê.

Vale desembarcar na Ilha do Campeche?

Vale, mas com regras: o desembarque é controlado por ser monumento arqueológico, então confirme a operação com o marinheiro no roteiro da Marina da Lagoa. Se não houver vaga, a volta pela embarcação com banho é o programa comum.

Veleiro ou lancha em Florianópolis?

Veleiro (R$ 1.350-1.700) entrega silêncio e custo menor, mas depende de vento e horários mais longos; lancha média (R$ 2.400-4.300) é pontual e flexível para paradas. Para o mar de dentro, veleiro; para o norte da ilha, lancha ou catamarã.

Dá para combinar Florianópolis com Bombinhas e Porto Belo?

Sim, no mesmo dia ou em dias consecutivos: Itajaí e Barra Sul conectam os embarques, com travessia para a península de Bombinhas (Quatro Ilhas, Sepultura) e fechamento em Porto Belo com vista do Arvoredo. O trajeto exige mar favorável e marinheiro local.

Preciso de habilitação para o passeio catarinense?

Não na prática: os aluguéis incluem marinheiro habilitado, e a navegação do Sul, ventosa, torna essa a regra recomendada. Arrais Amador só para embarcações menores, mediante confirmação da operadora. Confirme também combustível incluso ou à parte.

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Floripa e o litoral catarinense merecem roteiro sob medida — a equipe Voguer monta os 3 dias com embarques, embarcações e horários alinhados ao vento. Fale conosco pelo WhatsApp em voguer.com.br.

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