As sete melhores ilhas para visitar de barco no Rio de Janeiro são as Ilhas Cagarras, Paquetá, Itacuruçá, Jaguanum, Ilha Grande, Ilha do Aipim e Ilha dos Macacos. Ilha Grande lidera em combinação de paisagem e infraestrutura; as Cagarras vencem em proximidade da cidade; Paquetá é a opção clássica mais barata. Diárias privativas vão de R$ 1.400 a R$ 5.000 conforme região e tamanho do barco, atualizado em set/2025.
Sumário
Critérios do ranking
Classificamos as ilhas do estado do Rio por cinco critérios: acesso náutico (distância e facilidade do embarque), qualidade da água, infraestrutura de chegada (píeres, quiosques, pousadas), cenário e custo da embarcação para chegar até lá. A base de valores considera lancha privativa com marinheiro habilitado, faixas de set/2025. Ilhas de proteção integral foram ranqueadas pelo banho organizado e pela experiência controlada, não pelo desembarque irrestrito.
Tabela das 7 ilhas
| Ilha | Por que ir | De onde sai | Custo referência |
|---|---|---|---|
| Ilhas Cagarras | Natureza protegida a 1h da Marina da Glória | Rio de Janeiro (Marina da Glória) | A partir de R$ 4.000 |
| Paquetá | Centro histórico, sem fuga de turismo | Niterói / Rio (Charitas, Glória) | A partir de R$ 1.400-2.500 |
| Itacuruçá | Primeiro arquipélago acessível de Mangaratiba | Mangaratiba (Marina da Costa Verde) | A partir de R$ 1.400-2.500 |
| Jaguanum | Água clara e pousadas simples | Mangaratiba (Marina da Costa Verde) | A partir de R$ 1.400-2.500 |
| Ilha Grande | Lopes Mendes, Lagoa Azul, Saco do Céu | Angra dos Reis / Mangaratiba | R$ 1.400-5.000 |
| Ilha do Aipim | Praias curtas e banho raso | Angra dos Reis (Marina Piratas) | R$ 1.400-2.500 |
| Ilha dos Macacos | Cenário de ilha pequena a minutos de Angra | Angra dos Reis (centro) | R$ 1.400-2.500 |
Ilha a ilha
Ilhas Cagarras
O arquipélago das Cagarras é o destino de natureza protegida mais próximo do Rio: a cerca de 1 hora de navegação da Marina da Glória, com fundeio em frente às praias autorizadas e desembarque controlado por ser monumento natural. Não há quiosque, pousada nem sombra — a experiência é banho, snorkel livre e observação da fauna, com zero infraestrutura a bordo emprestada. O roteiro fecha em 4 a 5 horas na faixa de R$ 2.300 a R$ 4.500 das lanchas cariocas; roteiros exclusivos partem de R$ 4.000. A janela ideal é setembro a novembro, quando o mar fica plano o suficiente para o fundeio prolongado.
Paquetá
Paquetá é a ilha clássica da Baía de Guanabara: sem carros, com centro histórico, casarões, ciclovias e os píeres de chegada bem estruturados. O acesso tradicional é a barca pública, mas o passeio de barco privativo saindo de Charitas (Niterói) ou da Glória (Rio) entrega o formato exclusivo com parada de banho a caminho. O custo enquadra-se nas lanchas menores da região, a partir de R$ 1.400 a R$ 2.500, e agrada famílias que querem desembarcar e passear por terra depois do mar.
Itacuruçá
Primeiro ponto do arquipélago de Mangaratiba, a Ilha de Itacuruçá fica a poucos minutos da Marina da Costa Verde e é a parada de abertura dos roteiros que descem para a Ilha Grande. Praias de água calma, bares de praia e um vilarejo acolhedor compõem o cenário de "dia de ilha" sem compromisso. Grupos com crianças acham aqui o mar mais raso de banho seguro do eixo, e o valor por lancha pequena fica entre R$ 1.400 e R$ 2.500 por dia. É a melhor opção de meio período para quem vem de Mangaratiba ou do Rio pela rodovia.
Jaguanum
Jaguanum é a ilha de água clara do grupo de Mangaratiba: praias de areia fina, pousadas e restaurantes tradicionais, com fundeio próximo à costa. A navegação de chegada é curta e protegida, e o desembarque principal acontece na praia do Centro, onde o comércio local atende a bordo. É uma escolha frequente para pequenos grupos em datas de meio da semana, quando as ilhas vizinhas recebem menos tráfego. Custos na mesma faixa regional: R$ 1.400 a R$ 2.500 por lancha pequena, com preços maiores em fins de semana da alta temporada.
Ilha Grande
A maior ilha do estado e o destino náutico mais completo do Rio: Lagoa Azul, Saco do Céu, Lopes Mendes e Parnaioca navegáveis em roteiros de 2 a 3 dias a partir das marinas de Angra dos Reis (Piratas, Verolme) ou de Mangaratiba. A estrutura do Abraão — pousadas, restaurantes, píer — transforma a ilha em base de pernoite, e a circum-navegação completa fecha o programa avançado. Lanchas pequenas de R$ 1.400-2.500, médias de R$ 2.500-5.000 e pernoites a partir de R$ 4.500 por dia. Setembro a novembro é a janela de mar calmo ideal.
Ilha do Aipim
A Ilha do Aipim, a poucos minutos das marinas de Angra, é a parada perfeita de do meio do dia: praias curtas, banho raso e o visual da serra ao fundo. O ponto funciona como parada de aquecimento antes de roteiros maiores para a Ilha Grande, e é popular entre grupos compactos que não querem comprometer o dia inteiro. O custo acompanha as lanchas pequenas de Angra (R$ 1.400-2.500), e o mar protegido mantém a ilha navegável praticamente o ano todo. Leve lanches: a estrutura em terra varia e não é garantida fora do verão.
Ilha dos Macacos
Pequena, charmosa e a minutos do centro de Angra, a Ilha dos Macacos entrega o cenário de ilha privada em roteiro curto: ancoragem fácil, água calma e vista direta da baía. Próxima à Marina Piratas, funciona como parada de fundo de tarde em roteiros que começaram no Aipim ou no Dentista. Os valores seguem a faixa das lanchas pequenas de Angra; dias de semana garantem mais tranquilidade, pois no verão a ilha tem tráfego intenso.
De onde sai cada barco
A escolha do embarque define a ilha: da Marina da Glória saem os roteiros para as Cagarras e Paquetá; da Marina da Costa Verde (Mangaratiba), Itacuruçá e Jaguanum; das marinas Piratas, Verolme ou do centro de Angra, a Ilha Grande, o Aipim e os Macacos. Combinar ilhas de regiões diferentes exige dividir o passeio em dias, pois a navegação entre Angra e a capital consome horas. Marinheiro habilitado vai incluso; combustível deve ser confirmado no fechamento.
Época ideal e regras
Setembro a novembro vale para todas as ilhas do estado: mar calmo nas áreas urbanas e nos canais da Costa Verde, com menos embarcações. Dezembro a fevereiro é alta temporada, com fundeios cheios e preços no topo; o réveillon concentra a demanda máxima no Rio e em Angra, com reservas antecipadas de 2 a 3 meses. Ilhas de proteção integral, como as Cagarras, exigem respeito às áreas de desembarque autorizadas e ao fundeio sinalizado — não há infraestrutura, então a embarcação precisa carregar água, lanche e proteção. Sinal de 50% via Pix garante a data em feriados.
FAQ
Qual ilha visitar de barco perto do Rio de Janeiro?
As Cagarras, a cerca de 1 hora da Marina da Glória, para natureza protegida, ou Paquetá, saindo de Charitas/Glória, para história e passeio em terra. Ambas cabem em meio período e se encaixam nas faixas de lancha do Rio, de R$ 2.300 a R$ 4.500.
Qual a melhor época para as ilhas cariocas?
Setembro a novembro: mar plano, céu seco e menos barcos em todos os roteiros. No verão, alta temporada com fundeios cheios; réveillon é pico absoluto e reservas devem garantir 2 a 3 meses de antecedência.
Quanto custa visitar a Ilha Grande de barco?
Lanchas pequenas de R$ 1.400-2.500 e médias de R$ 2.500-5.000 por dia, saindo de Angra dos Reis ou Mangaratiba; roteiros com pernoite a partir de R$ 4.500 por dia. Faixas de set/2025, com combustível conforme a operadora.
Dá para visitar Itacuruçá e Jaguanum no mesmo dia?
Sim: ambas ficam a poucos minutos da Marina da Costa Verde, em Mangaratiba, e formam o roteiro-padrão do arquipélago, com duas a três paradas de banho. O custo é de uma lancha pequena, entre R$ 1.400 e R$ 2.500 por dia.
O desembarque em todas as ilhas é livre?
Não. As Cagarras têm desembarque controlado por ser monumento natural; outras ilhas da região têm áreas privadas ou regras locais de fundeio. Confirme com a operadora o roteiro e as praias de desembarque autorizadas antes de fechar.
Qual ilha escolher com crianças?
Itacuruçá ou a Ilha do Aipim, pelos banhos rasos e navegação curta. A estrutura em terra varia fora do verão, então leve lanches e água a bordo. Para famílias que querem desembarcar e explorar, Paquetá é a mais estruturada do estado.
Preciso de habilitação para ir de lancha às ilhas?
Não na prática: os aluguéis incluem marinheiro habilitado no valor, essencial nos canais da Baía de Guanabara e da Costa Verde. Autocondução com Arrais Amador é restrita a embarcações menores, mediante confirmação com a operadora.
Qual o melhor porto para a base de roteiro de ilhas?
Angra dos Reis concentra a maior infraestrutura (Marina Piratas, Verolme e centro) com acesso a um único arquipélago extenso; Mangaratiba encurta a chegada à Ilha Grande em horário, com porto na Marina da Costa Verde. A cidade do Rio atende bem os roteiros urbanos de um dia.
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